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02/04/2014

SAÚDE - Paraná quer vacinar 2,9 milhões contra a gripe

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Campanha. Doses começam a ser aplicadas em 22 de abril. Grupo de crianças foi ampliado para quem tem de 2 a 5 anos incompletos.

SAÚDE - Paraná quer vacinar 2,9 milhões contra a gripe

Doses já começaram a chegar
(Foto: Valdecir Galor / SMCS)

 

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O governo do Paraná anunciou na quarta-feira (26/03) que começa no dia 22 de abril a campanha de vacinação gratuita contra a gripe. A meta é imunizar 2,9 milhões de pessoas até 9 de maio - no ano passado, foram 2,6 milhões.

O motivo da alta é que o público-alvo foi ampliado. Agora, crianças que têm entre 2 e 5 anos incompletos poderão receber a vacina de graça - antes, apenas as de seis meses a dois anos incompletos recebiam as doses. "São 300 mil doses a mais neste ano para imunizar esta faixa-etária que é mais suscetível a contrair a doença", diz o superintendente de Vigilância em Saúde, Sezifredo Paz.

Também podem participar da campanha gestantes, puérperas (mulheres em pós-parto até 45 dias), indígenas, idosos, doentes crônicos (que entraram no ano passado na campanha), trabalhadores da saúde e presos. Os doentes crônicos devem apresentar prescrição médica de indicação da dose ou receita do medicamento de uso contínuo utilizado em seu tratamento. Outa novidade é que as gestantes não precisam comprovar a gravidez. Segundo a Saúde, basta que ela mesma informe que está grávida que terá a garantia da vacina, independente do período da gestação.

Quem foi imunizado no ano passado deve buscar nova dose agora porque a vacina protege contra os vírus mais circulantes no país (Influenzas A H1N1 e H3N2 e Influenza B). As crianças que nunca foram vacinadas receberão duas doses, sendo a segunda aplicação 30 dias após a primeira.

A vacina poderá ser tomadas nos postos e unidades de saúde. Serão 2,5 mil pontos no Estado. O Dia D será em 26 de abril, com mobilização. "Pedimos que a população contemplada procure as unidades de saúde já primeiros dias da campanha porque a vacina concede imunidade após 15 dias da aplicação", frisa Sezifredo.

Tratamento

A Saúde distribuiu 16 mil tratamentos de oseltamivir para unidades de saúde e hospitais de referência. Outros 5 mil tratamentos estão em estoque no Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar).

[Fonte: Metro Curitiba - Edição nº 729, ano 3 - Pág 4 - 27/03/2014]

 

2.9 milhões de Paranaenses serão vacinados contra a gripe

Começa no dia 22 de abril a Campanha de Vacinação contra a gripe em todo o Paraná. Neste ano, o grupo das crianças foi ampliado e abrange também as que têm entre 2 e 4 anos. Antes, apenas as crianças de seis meses a menores de dois anos recebiam a vacina.

Outros grupos contemplados nesta campanha são: gestantes, puérperas (mulheres em pós-parto até 45 dias), indígenas, idosos, doentes crônicos, trabalhadores de saúde e população privada de liberdade. A expectativa é que 2.9 milhões de paranaenses sejam vacinados durante a campanha que termina no dia 9 de maio.

As doses da vacina estarão disponíveis em mais de 2,5 mil postos e unidades básicas de saúde do Paraná. "São 300 mil doses a mais neste ano para imunizar esta faixa-etária que é mais suscetível a contrair a doença", explica o superintendente de Vigilância em Saúde, Sezifredo Paz. Segundo ele, a vacinação deste novo grupo deve reduzir o número de internamentos e, consequentemente, de mortes pela doença. Em 2013, esta faixa-etária foi incluída ao término da campanha quando o Paraná recebeu doses extras por recomendação do Comitê de Infectologia do Paraná.

Clima

Devido às condições climáticas do estado, de inverno rigoroso, a campanha de vacinação foi adiantada para abril a pedido do Paraná. "Pedimos que a população contemplada procure as unidades de saúde já primeiros dias da campanha porque a vacina concede imunidade após 15 dias da aplicação", enfatiza o superintendente. O dia D de vacinação acontecerá no dia 26 de abril. "Vamos fazer uma grande mobilização neste dia com os municípios e queremos que a população participe", destaca.

A vacina, que estará disponível na rede pública, protege contra os vírus mais circulantes no país (Influenzas A H1N1 e H3N2 e Influenza B), por isso todas as pessoas que se vacinaram no ano passado devem receber a dose novamente. A vacina é segura e só é contraindicada para pessoas que já apresentaram reações adversas em campanhas anteriores ou que tenham alergia a ovo.

Crônicos

Neste ano deverão ser vacinados aproximadamente 640 mil doentes crônicos, estimativa feita a partir da campanha do ano passado. "A vacina para este grupo reduz consideravelmente o risco de agravamento do quadro, caso o doente contraia o vírus da gripe", explica Paz.

Para receber a dose, o doente crônico deverá comprovar que tem direito à vacina apresentando prescrição médica de indicação da dose ou receita do medicamento de uso contínuo utilizado em seu tratamento. Caso o paciente não tenha nenhum desses documentos, a orientação é que ele vá à unidade onde recebe tratamento e solicite ao profissional de saúde que verifique seu cadastro nos programas de acompanhamento do Sistema Único de Saúde.

Trabalhadores de saúde receberão a vacina nos serviços de saúde onde atuam. A vacina será ofertada apenas para os profissionais que atendem pessoas com suspeita de gripe. Para este grupo, será exigido um documento assinado pelo médico responsável pelo serviço a que o trabalhador está vinculado.

Neste ano, as gestantes não precisam comprovar a gravidez, basta que ela mesma diga que está grávida. Ela terá a garantia da vacina independente do período da gestação. Já as mães que deram à luz pelo menos 45 dias antes da vacinação terão que apresentar a certidão de nascimento do recém-nascido. Para os demais grupos basta a apresentação de um documento de identidade e, se possível, a carteira de vacinação. "A carteira de vacinação é um documento e deve ser apresentado no momento da vacina. Caso não tenha o documento, solicite ao profissional de saúde e mantenha-o atualizado", ressalta Sezifredo.

Como nas campanhas anteriores, a vacina será aplicada em uma única dose para todos os grupos, com exceção das crianças que nunca foram vacinadas, que receberão duas doses, sendo a segunda aplicação 30 dias após a primeira. "É importante que os pais coloquem em seu calendário esse retorno à unidade de saúde para a segunda dose da vacina", reforça o superintendente.

Sezifredo enfatiza que os responsáveis têm o compromisso de levar as pessoas sem autonomia para receberem a vacina. "É essencial que as crianças, os idosos e os doentes crônicos sejam vacinados. Se houver dificuldade, seja no transporte ou no horário de vacinação, o responsável deve entrar em contato com a unidade de saúde mais próxima e expor a situação", explica o coordenador do programa Estadual de Imunização, João Luis Crivellaro.

Atendimento

A melhor forma de se proteger da gripe é praticar hábitos saudáveis, como manter os ambientes arejados e higienizar as mãos, sempre que possível.

Além disso, as pessoas com suspeita de gripe devem procurar atendimento médico o mais rápido possível, preferencialmente nas primeiras 48 horas após o início dos sintomas. "Não se automedique. Procure atendimento médico e só utilize o medicamento indicado. O antiviral oseltamivir (tamiflu), por exemplo, está disponível gratuitamente nas unidades de saúde e pode ser retirado a partir da receita médica", explica Sezifredo Paz.

A Secretaria da Saúde fez a distribuição de 16 mil tratamentos de oseltamivir para unidades de saúde e hospitais de referência. Outros 5 mil tratamentos estão em estoque no Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar).

Números

No ano passado 2.6 milhões de paranaenses foram imunizados durante a campanha. Durante o ano de 2013 foram registrados 1,7 mil casos de gripe e 61 pessoas morrem em consequência da doença. Em 2009, ano da pandemia de gripe, foram registrados 68 mil casos de gripe no estado e 338 mortes.

[Fonte: SESA/PR - Secretaria da Saúde - 26/03/2014]

 

Após reações, MS assegura que vacina contra HPV não traz riscos

Após reações, MS assegura que vacina contra HPV não traz riscos

Ministério da Saúde assegura que vacina contra HPV não traz riscos
(Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil)

Após seis ocorrências de reações à vacina contra o HPV, o Ministério da Saúde enfatiza para a população de que a imunização é segura. "É uma vacina que tem quase dez anos de uso no mundo inteiro. É uma vacina nova aqui no Brasil, mas há 50 países no mundo que utilizam, quase 175 milhões de doses da vacina aplicadas", pontuou o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa. A vacinação segue normalmente em todo o país.

Até sexta-feira (28/03), cerca de 2,3 milhões de meninas foram vacinadas contra o HPV, doença que pode ocasionar câncer de colo de útero. A meta é que até o final de 2014 sejam vacinadas 4,2 milhões de meninas entre 11 e 13 anos de idade.

Segundo Barbosa, é comum os jovens terem medo de vacina, e por isso pode ter casos de tontura, e em raras vezes desmaio, mas isso acontece "com qualquer injeção". "Por isso que o Ministério da Saúde recomenda que a menina seja vacinada sentada e que ela não faça esforços físicos logo após tomar a vacina", ressaltou.

Casos de vermelhidão e pequeno inchaço na região onde foi aplicada a vacina são comuns, por isso não devem ser motivo de preocupação. Mesmo assim, Barbosa garante que os 35 mil postos de saúde onde há vacinação são orientados a registrarem todos as reações ligadas às vacinas, não só a do HPV.

Esta semana foram notificados seis casos de reações adversas depois da aplicação da vacina contra o HPV que estão sendo investigados. Desses, três meninas de 13 anos tiveram mal estar, dores musculares, dor de cabeça, náusea. Elas foram atendidas por médico, e melhoraram sem hospitalização. Outras duas apresentaram os mesmos sintomas com menor intensidade.

O sexto caso registrado é de uma menina de 11 anos que mora em Veranópolis. Na última quinta-feira depois de ser vacinada, ela teve uma crise convulsiva. A menina foi atendida, passa bem e está sob acompanhamento neurológico. "Algumas das meninas podem apresentar problemas de saúde que apresentariam sem tomar a vacina e isso muitas vezes é confundido. De qualquer forma o Ministério da Saúde investiga rigorosamente todas as reações adversas que possam estar relacionada à imunização", explicou Barbosa à Agência Brasil.

As seis meninas foram vacinadas com doses do mesmo lote, composto por um total de 89 mil doses, que teve uso suspenso no Rio Grande do Sul como medida de precaução enquanto ocorrem as investigações sobre o motivo das reações. Segundo Barbosa, o lote foi aprovado nos testes feitos e está sendo usado em outros estados. Não houve registros de reações adversas em outros locais.

Agência Brasil

[Fonte: Bonde News - 30/03/2014]

 

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Referências:   (links externos)
»   Bonde News
»   Metro Curitiba

 

 

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